domingo, 7 de abril de 2013

Em um Estado laico não há espaço público para os religiosos?


"A tentativa de afastar os religiosos dos cargos públicos sob o argumento de que o Estado é laico não tem qualquer respaldo legal e muito menos constitucional".
Por Valmir Nascimento
Em um Estado laico não há espaço público para os religiosos?
Nos últimos dias, a polêmica envolvendo o pastor e deputado Marco Feliciano à frente da Comissão de Direitos Humanos e Minorias da Câmara dos Deputados trouxe à tona o debate acerca do conceito de Estado laico.

Muitos secularistas, ateus e agnósticos estão se aproveitando da situação para atacar a presença dos religiosos (principalmente evangélicos) na esfera pública, sob o argumento de que o Brasil é uma nação laica, e em virtude disso os religiosos não poderiam usar suas crenças dentro da política e do espaço público.

A alegação é absurda e sem sentido, pois revela o completo desconhecimento do que realmente seja o princípio da laicidade.
O QUE É ESTADO LAICO?
Estado laico, leigo ou não confessional é aquele que adota o sistema da separação entre igreja e governo (“Dai a César o que é de César, e a Deus o que é de Deus”, Mt 22.21), diferentemente do sistema de confusão, representado pelo Estado Teocrático, e do sistema de união (Estado Confessional).

O Brasil é um Estado neutro, não confessional, o que significa dizer que não adota uma determinada religião ou igreja como oficial. O princípio da laicidade está previsto no art. 19, inciso I, da Constituição Federal, que veda à União, aos Estados, ao Distrito Federal e aos Municípios, “estabelecer cultos religiosos ou igrejas, subvencioná-los, embaraçar-lhes o funcionamento ou manter com eles ou seus representantes relações de dependência ou aliança, ressalvada, na forma da lei, a colaboração de interesse público”.

Desse modo, não há qualquer vedação na Lei Maior no sentido de proibir a participação dos religiosos na esfera pública. Isso é tese de antirreligiosos ressentidos. Muito ao contrário disso, o Brasil garante, como direito fundamental e inalienável, a liberdade de consciência e crença religiosa (art. 5º, inciso VI). Garante também que “ninguém será privado de direitos por motivo de crença religiosa ou de convicção filosófica ou política, salvo se as invocar para eximir-se de obrigação legal a todos imposta e recusar-se a cumprir prestação alternativa, fixada em lei” (art. 5º, inciso VIII).

Portanto, a tentativa de afastar os religiosos dos cargos públicos sob o argumento de que o Estado é laico não tem qualquer respaldo legal e muito menos constitucional, pois nenhum cidadão brasileiro pode ser privado de direitos por motivo de crença religiosa ou de convicção filosófica ou política.
ESTADO LAICO, MAS NÃO ATEU
Por esse motivo afirma-se com segurança que o Estado é laico, porém, não é ateu, notadamente porque a própria Constituição, como se vê em seu preâmbulo, foi promulgada sob a proteção de Deus. Embora o Supremo Tribunal Federal tenha decidido que o preâmbulo não possui força jurídica, reconhece-se, no mínimo, que os legisladores da Assembleia Constituinte criam na existência de um Deus. E isso é irônico. O Estado é laico, mas também é teísta.

Para finalizar, cito parte da resposta do filósofo e professor de Harvard, Michael Sandel, em entrevista à revista Época (16 de jullho de 2012), quando questionado sobre a participação dos religiosos na política. Ele respondeu: “ (...) a política diz respeito às grandes questões e aos valores fundamentais. Então, a política precisa estar aberta às convicções morais dos cidadãos, não importa a origem. Alguns cidadãos extraem convicções morais de sua fé, enquanto outros são inspirados por fontes não religiosas. Não acho que devamos discriminar as origens das convicções ou excluir uma delas. O que importa é o debate ser conduzido com respeito mútuo”.
Fonte: CPAD News

terça-feira, 2 de abril de 2013

Obediência


Por Éric Vitor

Graça e paz do Senhor Jesus Cristo.

Para reflexão:

..."Tem porventura o SENHOR tanto prazer em holocaustos e sacrifícios, como em que se obedeça à palavra do SENHOR? Eis que o obedecer é melhor do que o sacrificar; e o atender melhor é do que a gordura de carneiros". (1 Samuel 15:22)

Nenhuma adoração, nenhum louvor, nenhuma "boa intenção" são validas se não estiverem de acordo com a Palavra do Senhor. Que possamos refletir e nos examinar de acordo com as escrituras para estarmos sempre dentro da vontade de Deus. 

Que não sejamos tão fundamentalistas e legalistas ao ponto de condenarmos coisas que nem Deus condena em sua Palavra "impedindo" pessoas de chegar até Ele. Porém que também não venhamos a ser meninos e dizer que "tudo" é "valido" se for para Deus. Lembrem: ..."Não useis então da liberdade para dar ocasião à carne"... (Gálatas 5:13).

Nem tudo que é feito em nome do Senhor é da vontade de Deus ou agradável ao seus olhos. Que possamos meditar constantemente nas escrituras para entender qual é a boa, perfeita e agradável vontade do Senhor Jesus.

É importante salientar que em muitas situações algo que não é proibido pode ser inconveniente, que sejamos sábios em nossas atitudes. Como nos diz a Palavra:

"Todas as coisas me são lícitas, mas nem todas me convêm". (1 Coríntios 6:12)

"Portanto, quer comais quer bebais, ou façais outra qualquer coisa, fazei tudo para glória de Deus". (1 Coríntios 10:31)

Que não venhamos a fazer as coisas seguindo a nossa própria vontade e intelecto, não buscando saber o que Deus pensa a respeito. Como diz na passagem acima: 

" É melhor Obedecer do que Sacrificar".

Boa Reflexão! Deus abençoe.

domingo, 31 de março de 2013

A história da páscoa contada por crianças


Graça e paz do Senhor Jesus Cristo,

Encontrei um vídeo muito legal onde a história da páscoa é contada por crianças. 



Bom video e uma Feliz Páscoa a todos vocês. :)

Ele, porém, disse-lhes: Não vos assusteis; buscais a Jesus Nazareno, que foi crucificado; já ressuscitou, não está aqui; eis aqui o lugar onde o puseram.
Marcos 16:6
Ele, porém, disse-lhes: Não vos assusteis; buscais a Jesus Nazareno, que foi crucificado; já ressuscitou, não está aqui; eis aqui o lugar onde o puseram.
Marcos 16:6
Ele, porém, disse-lhes: Não vos assusteis; buscais a Jesus Nazareno, que foi crucificado; já ressuscitou, não está aqui; eis aqui o lugar onde o puseram.
Marcos 16:6
Ele, porém, disse-lhes: Não vos assusteis; buscais a Jesus Nazareno, que foi crucificado; já ressuscitou, não está aqui; eis aqui o lugar onde o puseram.
Marcos 16:6
"Ele, porém, disse-lhes: Não vos assusteis; buscais a Jesus Nazareno, que foi crucificado; já ressuscitou, não está aqui; eis aqui o lugar onde o puseram". (Marcos 16:6)


"Os quais lhes disseram: Varões galileus, por que ficais aí olhando para o céu? Esse Jesus, que dentre vós foi elevado para o céu, há de vir assim como para o céu o vistes ir". (Atos 1:11)

sábado, 30 de março de 2013

O Sermão da Montanha


Graça e paz do Senhor Jesus Cristo.

Quero compartilhar com vocês um trecho do Filme “Mateus” produzido nos anos 90 pela Visual Bible. Esse trecho é referente ao Sermão da Montanha, cujo mesmo é pregado pelo nosso Senhor Jesus Cristo e é considerado por muitos (além de nós cristãos) o maior sermão de todos os tempos.

De uma forma mais “natural” sem perder a seriedade, mas transmitindo a mensagem bíblica de forma fiel as escrituras, vemos a belíssima atuação do ator Bruce Marchiano ao interpretar o Senhor Jesus. 

O filme completo deve ter em média 4 horas de duração e em minha opinião é o filme bíblico mais fiel às escrituras já produzido no cinema. O mais interessante é que durante cada cena do filme aparece um rodapé no canto da tela indicando o versículo o qual a cena se encontra na Bíblia, onde na verdade o filme é uma narração fiel do Evangelho de Mateus do inicio ao fim.

A Visual Bible também produziu o filme de Atos dos Apóstolos no mesmo estilo de Mateus e é também muito interessante, além de nos oportunizar um grande aprendizado devido a extrema fidelidade das escrituras no filme (por isso o nome da empresa em português se chamar “Bíblia Visual”).

Um detalhe muito interessante é que o ator que interpreta Jesus no filme “Mateus” não era cristão e após ler o evangelho para poder fazer o papel acabou se convertendo a Cristo, lançou um livro e hoje é pregador do evangelho.

Sem mais demoras, segue abaixo trecho do Sermão da Montanha:

“E Jesus, vendo a multidão, subiu a um monte, e, assentando-se, aproximaram-se dele os seus discípulos; E, abrindo a sua boca, os ensinava, dizendo...”(Mateus 5:1-2)


Deus abençoe sua vida.

Obs: Quem quiser poder adquirir os filmes completos em sites de venda pala internet ou entrando em contato direto com a Visual Bible.
 

quarta-feira, 30 de janeiro de 2013

Regras ou relacionamentos?


Graça e Paz do Senhor Jesus Cristo,

Estou lendo aos poucos um livro chamado "A jornada", cujo o autor é um evangelista mundialmente conhecido chamado Billy Graham. Esse livro é muito interessante e é uma ótima sugestão para  presentear principalmente quem ainda não entende a fé crista, onde o autor começa a falar do propósito de Deus, da condição do ser humano, até contar suas experiências de vida e ministério trazendo muitos ensinamentos e lições práticas da Palavra. A alguns dias atrás li um breve trecho sobre regras e relacionamento com Deus e achei interessante colocar aqui no Blog do AP. Segue abaixo o trecho do Livro:

Regras ou relacionamentos?

Por Billy Graham

(......)

Isso não significa que a fé cristã é apenas um conjunto de regras – uma lista de faça e não faça a ser obedecida. Lamentavelmente, algumas pessoas pensam assim e, consequentemente, sua vida não tem alegria. Elas estão constantemente tentando agradar a Deus, se esquecendo de que a fé crista não é um conjunto de regra, mas um relacionamento – uma caminhada diária pessoal e íntima com o Deus vivo. Quando nossa fé começa a não passar de uma série de regras e regulamentos, a alegria desaparece e nosso amor por Cristo se torna frio. Sim, as regras são importantes – mas assim como um casamento saudável é mais que um conjunto de regras, também é um relacionamento saudável com Cristo.

                Ao mesmo tempo, nosso comportamento tem importância. Por que? Porque nossos sentimentos por alguém se refletem em nossos atos. Quando você realmente ama alguém, quer satisfazê-lo e honrá-lo com seus atos. Em outras palavras, a forma como você trata alguém mostra se você realmente se preocupa ou não com essa pessoa. Agir com falta de respeito ou ignorar seus desejos mostra que você na verdade não a ama, não importa o que diga. Em um sentido muito mais amplo, isso também é verdadeiro em nosso relacionamento com Cristo. Se nós realmente amamos Cristo, queremos agradá-lo e honrá-lo no modo como vivemos. A simples ideia de magoar Cristo ou desonrar seu nome nos será abominável. As palavras de Jesus deveriam vir gravadas no coração de todo crente: “Se vocês me amam, obedecerão aos meus mandamentos (João 14:15).


(......)

Boa reflexão, Deus abençoe.

Obs: O livro a Jornada de Billy Graham pode ser encontrado nas livrarias do país ou em sites de compra pela internet. Esse trecho foi extraído do capítulo 19 (seção 3), paginas 190 e 191. 

terça-feira, 29 de janeiro de 2013

12 Conselhos Preciosos para Pregadores da Palavra


Por Renato Vargens

Hoje é domingo e em todo Brasil um número incontável de pastores e pregadores subirão aos púlpitos de suas igrejas onde pregarão o Evangelho da Salvação Eterna.

Isto posto, gostaria de oferecer a esse exército de ministros algumas dicas preciosas para a preparação, desenvolvimento e aplicação da mensagem:

1- Pregue para a glória de Deus. A motivação do ministro deve ser a glória do Senhor e não a exaltação do seu próprio nome e ministério.
2- Evite o improviso. Suba ao púlpito convicto daquilo que irá falar ao coração daqueles que o Senhor os confiou.
3- Mate-se de estudar e ressuscite através da oração. O ministro que não dedica tempo ao estudo bíblico e a oração não vale um vintém.
4- Não caia na tentação de pregar um sermão politicamente correto. Pregue a Palavra Deus! Pregue as Escrituras.
5- Você não foi chamado por Deus para promover entretenimento aos ouvintes. Você é um pregador do Evangelho. Anuncie Cristo, pregue Cristo e proclame as inexoráveis verdades da Palavra de Deus.
6- Não seja superficial. Muito pelo contrário, seja profundo não suas colocações. Contudo, lembre-se que profundidade não está relacionado a a falar de modo difícil. Spurgeon por exemplo era profundo, todavia, qualquer pessoa que o ouvia conseguia entendê-lo.
7- Não pregue outra coisa a não ser Cristo Crucificado. Você não foi chamado para pregar técnicas de psicanálise, psicologia humana, ou auto-ajuda. Você não foi chamado para pregar outra mensagem a não ser o Evangelho de Cristo.
8- A Bíblia deve ser a fonte da sua mensagem. Por mais interessante e profundo que seja um livro, a Biblia é a nossa única e exclusiva regra de fé, portanto, é dela que devemos extrair e fundamentar nossos sermões.
9- Cuidado com a arrogância. O púlpito é um lugar santo. Você não foi chamado para testesmunhar sobre os seus feitos e sim sobre a grandeza de Deus. Os puritanos tinham por hábito nunca relatarem no pulpito aquilo que faziam ou deixavam de fazer e sim expor as Escrituras.
10- Pregue com fogo e razão. Jonathan Edwards costumava dizer que o pregador precisa ter luz na mente e fogo no coração.
11- Pregue com o coração enchargado pelo amor. O pregador que não ama não pode pregar o evangelho. O amor é um dos fundamentos da nossa mensagem. O pregador ama as pessoas por isso prega.
12 – Pregue exclusivamente a Palavra de Deus.
E por fim lembre-se: “O pregador não é um profissional; seu ministério não é uma profissão.” (E.M. Bounds)
Pense nisso!
Fonte: Blog do Autor